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Sobre mim
Hoje atuo do lado da empresa.
Sou Ediane Duarte, advogada tributarista inscrita na OAB/PR sob o nº 109.170, especialista em Direito Tributário. Comecei em 2018 como estagiária na Vara da Fazenda Pública do Tribunal de Justiça do Paraná, em Cascavel, analisando execuções fiscais e minutando decisões. Foi ali que aprendi como o Fisco cobra, onde a cobrança falha e o que o juiz precisa ver para acolher uma defesa.
Depois de formada, atuei em escritórios de advocacia tributária de Cascavel no contencioso judicial e administrativo, em recursos ao TRF-4 e ao STJ, no levantamento de teses para recuperação de créditos e em transações tributárias com a PGFN. Como consultora tributária sênior, elaborei pareceres, diagnósticos fiscais e pedidos de revisão de dívida inscrita para empresas e escritórios de contabilidade.
Hoje conduzo minha própria advocacia, dedicada a empresas que precisam decidir sob pressão: dívida inscrita, autuação recebida, carga tributária que não fecha a conta. O método é o mesmo em todos os casos: primeiro os números, depois a recomendação.
Defender o contribuinte contra a cobrança indevida ou desproporcional e devolver à empresa condições de continuar operando, escolhendo entre negociar, discutir ou reorganizar com base em cálculo, e não em costume.
Ser referência no Oeste do Paraná em advocacia tributária para empresas em crise fiscal, especialmente na solução consensual de débitos por transação tributária federal e estadual e na adaptação à reforma tributária.
Princípios
Quatro critérios se repetem em todos os casos, do primeiro cálculo à recomendação final.
Nenhuma recomendação sai sem comparar o custo de transacionar, discutir ou não fazer nada.
A transação tributária e os métodos consensuais existem para preservar a empresa. Usá-los bem é técnica, não favor do Fisco.
Nem toda autuação deve ser discutida. Quando a defesa é fraca, isso é dito antes.
O cliente recebe cenários com valores, prazos e riscos, e escolhe.
Trajetória e formação
Trajetória
Formação
Próximo passo
A primeira conversa serve para entender a situação e dizer se há trabalho jurídico a fazer — e qual.